23/09/2008

Uma informação que o "Margens de Erro" nunca publicaria

Segundo David Skillicorn da Queen’s University em Kingston, Ontário, que lidera uma equipa que desenvolveu um software para medir o «verbal spin», sendo 0 o valor médio de 150 discursos analisados, o indicador da conversa da treta de 3 VIPs é :

Barack Obama 6,7
Hillary Clinton 0,15
John McCain -7,58


O Margens de Erro só se preocupa com os automóveis dos candidatos; o "verbal spin" obâmico do Sócas até fica bem -- e interessa ao tacho.

21/09/2008

O cantor gay de urinol e a saúde pública ameaçada



George Michael, o gay cantor de urinol foi apanhado pela segunda vez pela polícia de cu para o ar num urinol público. Já em 1998 tinha sido apanhado pela polícia americana de cu para o ar num urinol público em Beverly Hills, California.

Como disse o Álvaro Cunhal, em directo na TV: " Um homem assim é uma coisa muito triste..."

19/09/2008

Uma antevisão do futuro próximo em Portugal

As políticas socretinas do PS legitimam o ódio com o argumento da tolerância. Neste vídeo podemos ver um grupo de jovens católicos argentinos que protegem uma igreja católica do vandalismo e da profanação por parte de um manifestação de gays e lésbicas.

As políticas socretinas, comandadas pelo Bloco de Esquerda, pretendem fazer com que uma minoria se instale impune difundindo a violência em nome de um estilo de vida e de uma visão exclusivista e contra-natura da sexualidade. Podemos ver no vídeo a agressão, o insulto e a intolerância generalizada de uma minoria que se diz “vítima da sociedade”.

Este exemplo argentino só nos vem provar uma coisa: contra a intolerância gay, a intolerância total.



http://www.youtube.com/watch?v=FK40LwQfy7c

Via

Ou se é paneleiro, ou marialva: o maniqueísmo gayzista




Acham isto normal?


Em nome de uma bandeira multicolor, hoje não há por onde escolher: ou se é frozô ou marialva.

17/09/2008

O fim da Civilização Europeia?



A União Europeia prepara-se para aceitar a lei islâmica da Sharia, nomeadamente no que respeita ao divórcio. Note-se que no Reino Unido, a Sharia (lei islâmica) já está em vigor. Com jeitinho, ainda vamos ver a perseguição aos gays na Europa; é uma questão de tempo.

Actualização: A pedido de várias famílias, passo a citar (para quem sabe ler):

"ISLAMIC law has been officially adopted in Britain, with sharia courts given powers to rule on Muslim civil cases.

The government has quietly sanctioned the powers for sharia judges to rule on cases ranging from divorce and financial disputes to those involving domestic violence.

Rulings issued by a network of five sharia courts are enforceable with the full power of the judicial system, through the county courts or High Court."


Que eu saiba, os "julgados de paz" baseiam-se na nossa lei em vigor. Quem não percebe que um tribunal tem que uma lei por detrás, não sabe sequer o que é um tribunal.

E para quem -- por carga d'água ou pelo raio que o parta -- duvida do que aqui está, veja aqui outro.

Um problema de saúde pública



«Sept. 17 (Bloomberg) -- New cases of HIV in Australia rose by almost 50 percent in the past eight years, as gay men and immigrants infected overseas spurred the number of people with the virus to a 14-year high.

The number of new infections increased to 1,051 in 2007 from 718 in 1999, and are at the highest level since 1993, according to the National Centre in HIV Epidemiology and Clinical Research annual surveillance report today. Almost 70 percent of cases in the five years through 2007 were among gay and bisexual men.



Gay Men, Immigrants Spur Australia's HIV Cases to 14-Year High.»

12/09/2008

Esclarecimento sobre um comentário

Eu vou tentar não ser tão agressivo quanto este comentário.


    1.O comentador O Raio ainda vive no tempo do “arroz de 15” ― quando o marxismo era o estalinismo. O marxismo já não é o estalinismo, a esquerda mudou e todavia continua a ser “a esquerda”! ― isto é, mudou na forma e não na sua essência totalitária. Ora, o estalinismo nunca foi exactamente o que Karl Marx preconizou: Lenine fez uma leitura possível do marxismo, assim como existem outras interpretações como o maoísmo, o trotskismo, o marxismo cultural e até o marxismo adoptado pela esquerda católica.

    2.O combate de Engels contra a família e contra o casamento que, segundo ele, era o suporte da propriedade privada, é bastamente conhecido. Engels chegou ao ponto de considerar a família pré-histórica como a família ideal ― numa fúria ideológica de negação total de toda a História humana!. Se o Raio quiser, posso dar-lhe uma lista de livros para que O Raio comece saber um pouco daquilo que fala. O apoio da esquerda ao gayzismo insere-se nesse combate engeliano e marxista contra o casamento e contra a família natural: os marxistas não querem apoiar ou proteger os gays: querem destruir o casamento como um dos suportes da propriedade privada.

    3.Atribuir a tendência totalitária actual a George Orwell não merece mais comentários.

    4.A questão não é o de “a criança ser gozada pelos colegas”, porque se se operar uma lobotomia cultural através de uma feroz repressão “anti-bullying” e anti-natura nas escolas, as crianças "aprendem" a calar e a reprimir os seus pensamentos. O problema é a merda de educação que uma criança adoptada por uma dupla de gays pode ter, incluindo crises gravíssimas de identidade sexual na adolescência e tentativas de suicídio recorrentes.

    5.Ignorar Sócrates quando o este pretende passar uma lei que permite a adopção de crianças por duplas de avantesmas? Até que ponto vai a contradição e a irracionalidade do Sr. O Raio no apoio ao PS de Sócrates?!

07/09/2008

O que está por detrás de José Sócrates e do “casamento” gay



Em Outubro de 2004, um grupo de 11 manifestantes juntaram-se em frente do local onde acontecia um evento gay constante do roteiro da agenda política do Gay Pride (orgulho gay), protestando pacificamente contra a organização do “Philly Pride Presents”, um evento de “orgulho cultural gay”. Esses 11 cidadãos que se manifestavam pacificamente foram presos, acusados e julgados por “crime de ódio”, e condenados a 47 anos de prisão efectiva cada um deles, não remissível nem passível de redução ― 47 anos é que resta de uma vida inteira na prisão para a maioria dos 11 cidadãos condenados por delito de opinião ― pelo “crime” de se manifestarem pacificamente e de colocarem em prática, sem atitudes de violência física, o seu direito de opinião, de manifestação e à indignação. Nenhum meio de comunicação social americano ou/e português ― nem jornais, nem televisões ― relataram esta repressão hedionda e brutal da liberdade de expressão.


Quando um travesti brasileiro viciado em heroína e que habitava ilegalmente um edifício em construção da cidade do Porto, e que assediava sexualmente alguns jovens órfãos acolhidos pela instituição de solidariedade social “Oficinas de S. José”, foi morto por afogamento porque os referidos adolescentes o lançaram para um fosso (com água das chuvas) que existia na área do dito edifício em construção, os me®dia portugueses não falaram noutro assunto durante mais de um ano, até que os jovens com idades entre os 14 e os 18 anos tivessem um “castigo exemplar”.






Naturalmente que o(a) leitor(a) me dirá que a condenação por delito de opinião que relatei acima se passou lá longe, num pais da América do Norte, e que “nós por cá tudo bem”. Desenganem-se. Já nos estão a tramar por cá; já nos estão a retirar direitos básicos ― como o direito a sermos previamente informados acerca das alterações nos curricula na educação dos nossos filhos, e que esses curricula devem passar pelo crivo de uma comissão de ética independente e imparcial. A actual “reestruturação” do sistema educativo e a criação da Educação Para a Cidadania, no qual os pais deverão supostamente participar, tem como objectivo criar uma clique de “pais militantes” ideologicamente mobilizados e alinhados com a política socretina e da esquerda caviar, que diligentemente zelarão pelo cumprimento do programa de lobotomia cultural das nossas crianças . Nas nossas escolas, vamos voltar a ver “os paizinhos da confiança do regime”, como acontecia no tempo de Salazar.



Um dia destes, num futuro não muito longínquo, a recusa mais intempestiva de um cidadão português ao assédio sexual por parte de um gay poderá ser considerado como “crime de ódio” com direito a pena de prisão e com o silêncio cúmplice dos me®dia ― e isto por uma simples dedução: se a simples discordância pública em relação à cultura gay já resulta hoje em 47 anos de prisão nos Estados Unidos, não nos custa nada crer que um dia destes dia vai ser legalmente “obrigatório” ceder ao assédio sexual de um gay.


O problema de fundo é este: numa democracia, ninguém pode ser detido por simples delito de opinião, e ainda por cima com a aplicação de uma pena de prisão brutal: 47 anos de prisão por discordar da cultura e comportamento gay. O leitor terá forçosamente que concordar comigo: em nome de uma política de auto-vitimização dos gays, assistimos hoje já, em alguns países, a uma repressão brutal ― digna do nazismo ― sobre o direito à livre opinião dos cidadãos.


O que se está a passar é que determinadas forças presentes na nossa sociedade se estão a aproveitar da democracia para que uma minoria da sociedade tenha os direitos de privilégio e de primeira classe, isto é, estão a retirar direitos à maioria da população para dar direitos acrescidos e especiais a uma pequeníssima minoria. Aos gays, é permitido ― recomendado e propagandeado pelos me®dia ― que se manifestem pelo direito ao “casamento” e à adopção de crianças; porém, à maioria da população, não é permitido ― nem os me®dia dariam a cobertura informativa imparcial ― que se manifestem não só contra a cultura gay como contra a adopção de crianças por duplas de avantesmas, e tudo isto em nome de uma “heresia revolucionária” de herança marxista cultural que manda prender gente por delito de opinião.


A verdade é que se a homossexualidade, como instrumento político do “heretismo revolucionário” marxista cultural, é protegido e apoiado pelo poder político, os homossexuais como seres humanos não são protegidos ― são um “asset” político, uma pedra menor no xadrez da engenheira sócio-cultural de um poder que desenha uma nova forma de totalitarismo.


Se o poder político radical se preocupasse verdadeiramente com os cidadãos homossexuais, diria a verdade estatística sobre as consequências na saúde dos cidadãos que adoptam o estilo de vida e a cultura gay, como por exemplo, o facto de nos Estados Unidos 70% dos infectados com a SIDA serem homossexuais masculinos activos, ou a verdade indesmentível de que a homossexualidade aculturada encontra as suas causas na disfuncionalidade da família e/ou nos abusos sexuais em criança.


Em vez da tolerância, o lobby político gay apoiado pela esquerda radical, exige (usando a força das leis que deveriam proteger a maioria) a permissividade, a concordância total e a cumplicidade cultural com estilo de vida gay em nome de um “heretismo revolucionário”, isto é, de uma agenda política. Se continuarem por este caminho, o que o movimento político gay vai receber de todos nós, é não só a intolerância com que a essa minoria gay ― que controla o Poder político ― trata a maioria da sociedade, mas uma intolerância acrescida e exponenciada, porque só se pode tratar a repressão brutal da liberdade de expressão com o máximo de violência possível em relação às forças repressoras.






Pergunto eu: se o leitor e a sua esposa (ou a leitora e o seu esposo), durante uma viagem de avião, soubessem que o avião em que ambos viajavam tinha uma avaria mecânica e que poderiam ser mortos num acidente de aviação, e tivessem ambos filhos pequeninos para criar, admitiriam a hipótese dos vossos filhos serem adoptados por uma dupla de homossexuais masculinos?


Da sua resposta a esta pergunta depende o apoio (ou não) à politica socretina de legalização do “casamento” gay, porque o que o Sócrates e o Bloco de Esquerda pretendem é a adopção futura de crianças por duplas de gays.


Não relativize a questão colocando o problema nos outros; o “problema dos outros” pode ser seu um dia. Sinta-o na sua pele: você não se importaria, em caso de sua morte e do seu cônjuge, que os seus filhos de tenra idade fossem entregues a uma dupla de avantesmas ? Não?!!!! Então vote em Sócrates em 2009!

06/09/2008

A liar is a liar



A liar lies to nations.
A liar lies to the people.
A liar takes the blood of the people
And drinks this blood with a laugh and a lie,
A laugh in his neck,
A lie in his mouth.
And this liar is an old one; we know him many years.
He is straight as a dog’s hind leg.
He is straight as a corkscrew.
He is white as a black cat’s foot at midnight.


(respigado aqui.)

A treta do CO2

"No existe ninguna evidencia de que el CO2 aumente la temperatura del planeta"

El profesor de ingeniería química de la Universidad de Auckland (Nueva Zelanda) Geoffrey G. Duffy desmonta uno por uno los principales mitos sobre la responsabilidad del hombre en el calentamiento global. “No existe ninguna evidencia física de que el CO2 aumente la temperatura del planeta”. El vapor de agua “causa el 95% del efecto invernadero”, y el Sol es el “principal responsable” de las oscilaciones de temperatura que se han producido en la Tierra a lo largo de la historia. Tan sólo el 0,008% del CO2 presente en la atmósfera es generado por la actividad humana.

05/09/2008

A "náusia" do Aborto Ortogáfico

Hoje, antes de sair de casa, liguei a TV no canal 1 da RTP e estava a dar um programa que, salvo erro, se chama "português correcto". A pergunta era: escreve-se "náusea" ou "náusia"?

Segundo o Aborto Ortogáfico de 1990, deve-se escrever como se fala. Portanto, deveria escrever-se "náusia"; mas não. É nauseabundo que as excepções sejam tantas que já ninguém se entende em bom português.

03/09/2008

A crise da menopausa

O esquerdalho "atira-se" a Sarah Palin por causa da filha que está grávida. O esquerdalho "esquece-se" que o seu querido Obama nasceu de pai e mãe que não eram casados. O esquerdalho "esquece-se" de mencionar que Bristol Palin prepara já o seu casamento e que preferiu ter a criança a abortá-la.

Sou contra o aborto, mas se a mãe da Ana Gomes tivesse abortado ficaríamos todos a ganhar.




Barack Hussein Obama:

"se a minha filha engravidasse, não a puniria com um bébé".