19/11/2008

Ligação entre Obama e Portugal



Existe uma ligação entre Barack Obama e o povo português: o bisavô dele comeu um missionário de Miranda do Corvo.

15/11/2008

Querem convencer-nos de que somos macacos

«There is a war being waged against unique human worth on many fronts, from personhood theory and the animal liberation movement to radical environmentalism and philosophical materialism. Very powerful forces have dedicated themselves to convincing us that we really aren't all that important. Smith explains these attacks and shows why human exceptionalism must be defended for the sake of human rights everywhere.»


Why does it matter if humans are not just the "third chimpanzee"?

07/11/2008

Análise económica com base na perspectiva do analista americano Dr. Marc Faber

O Governo fez deduções e devoluções do IRS. Se gastarmos esses montantes na Zara, o dinheiro vai todo para a China. Se o gastarmos em combustível, ele vai direitinho para os árabes. Se comprarmos um computador, o dinheirito irá para a Índia, China e Taiwan ou Formosa.

Se comprarmos produtos hortícolas, o dinheiro vai para Espanha, França ou Holanda, pela certa. Se comprarmos um bom carro, o destino do dinheiro será a Alemanha. Se comprarmos inutilidades, ele vai para a Formosa. Nenhum desse dinheiro ajudará a economia nacional.

A única maneira de manter esse dinheiro dentro de portas é gastá-lo em putas e vinho verde, que são os únicos produtos ainda produzidos em Portugal.

02/11/2008

What Same-sex "marriage" Has Done To Massachusetts

"Once homosexuality has been normalized, all boundaries will come down. The schools are already moving on to normalizing transgenderism (including cross-dressing and sex changes). The state-funded Commission on Gay, Lesbian, Bisexual and Transgender Youth includes leaders who are transsexuals."


What Same-sex "marriage" Has Done To Massachusetts

01/11/2008

A Rússia não brinca em serviço

Já repararam que na Rússia não há reivindicações de "casamento" gay? Se o "lobby gay" se mexe, é corrido à paulada pela polícia.

Yuri Bezmenov é um ex-agente da KGB, a polícia secreta russa. Neste vídeo explica tudo o que está a acontecer na Europa e nos Estados Unidos, com a perda dos valores morais e éticos que herdamos dos nossos pais e avós.

O que está em causa na Califórnia

A loucura do Politicamente Correcto

«Es fácil que la corrección política se deslice con naturalidad hacia los extremos. Imagine un pueblo cualquiera en el que, al llegar diciembre, el Ayuntamiento anuncia que en las calles no habrá iluminación especial por Navidad, ni decoración por austera que sea, ni árbol que valga en la plaza. Que públicamente no se celebra. Y que el motivo no tiene nada que ver con la crisis, sino con la multiculturalidad. El objetivo es evitar que los vecinos que no sean cristianos se sientan ofendidos. Ya ha ocurrido. En Luton, Inglaterra, en 2006.


"Hay preocupación constante por no herir", asegura un asesor político

"Aumenta el cansancio del ciudadano", dice un sociólogo

El debate público se ha llenado de denuncias de agresión a colectivos

La publicidad es, cada vez más, el objetivo


El ejemplo lo pone Edward Stourton, periodista y presentador del programa Today de BBC Radio 4, e ilustra una expresión que escucha a menudo desde hace tiempo: "¡La corrección política se ha vuelto loca!". Esa frase es también el motivo que le impulsó a escribir el libro It's a PC World (Un mundo políticamente correcto), que se publica esta semana en Reino Unido. "Aquí", explica por teléfono desde Londres, "mucha gente piensa que la corrección ha ido demasiado lejos, llegando a situaciones estúpidas".

El debate público en España se ha llenado de acusaciones de homofobia, racismo, xenofobia, sexismo, maltrato animal, desprecio por la discapacidad o por la religión. Y muchos se preguntan, sin por ello apoyar ninguna de esas actitudes, si se ha vaciado de sentido común. "Aumenta el recurso a la denuncia y aumenta, también, el cansancio del ciudadano, cada vez más harto del exceso de corrección política, en una escalada que roza el absurdo", analiza el sociólogo Enrique Gil Calvo.

(...)

Ahí está Berlusconi criticando a Zapatero por formar el último Gobierno con ocho ministras y la vicepresidenta. Lo calificó de "demasiado rosa": "Nosotros no podemos hacerlo porque en Italia hay una prevalencia de hombres en política y no es fácil encontrar mujeres protagonistas preparadas para la actividad de Gobierno", soltó en abril Il Cavaliere. Ahí está Hugo Chávez un día sí y otro cargando contra Estados Unidos. El mes pasado, cuando expulsó al embajador de ese país para apoyar a Evo Morales, dijo: "Ya basta de tanta mierda de ustedes, yanquis de mierda". De vuelta a España, está Miguel Arias Cañete, secretario ejecutivo de Economía y Empleo del PP, con su nostalgia de los "camareros de antes": "La mano de obra inmigrante no es tan cualificada. Aquellos camareros maravillosos que teníamos, que le pedíamos un cortado, un nosequé, mi tostada con crema, la mía con manteca colorada, cerdo, y a mí uno de boquerones en vinagre y venían y te lo traían rápidamente y con una enorme eficacia", dijo en febrero.»



Texto publicado no El País -- ler o resto.

27/10/2008

A estratégia de Obama para os Estados Unidos





1.Criar um sistema que obrigue todos os trabalhadores americanos a sindicalizarem-se, mesmo contra a sua vontade.

2.Criação de programas de assistência social para as grandes empresas, com o dinheiro dos contribuintes.

3.Aumentar os impostos para os cidadãos na terceira idade que queiram e continuem a trabalhar depois da idade da reforma.

4.Criação de impostos avultados para combater o “aquecimento global”, aumentando geometricamente os impostos sobre a gasolina.

5.Aumento os impostos sobre o trabalho em geral.

6.Aumento dos impostos sucessórios, de forma a que grande parte das heranças dos americanos passem para o Estado.

7.Controlo do me®dia através de leis especiais para o efeito que eliminem “radio talk shows” que se dediquem a discussões de índole religiosa (Rush Limbaugh, Jim Dobson, Laura Ingraham, etc).

8.Aumento dos seguros de saúde para o cidadão médio americano, criando um sistema universal que alimentará as filas à porta dos consultórios médicos e aumentará os tempos de espera para intervenções cirúrgicas, tudo isto em nome da igualdade do acesso à saúde para todos. Isto é, Obama nivela por baixo.

9.Racionamento de recursos para pessoas com necessidades especiais (deficientes, etc.).

10.Racionamento de recursos de saúde para as pessoas idosas.

11.Racionamento de recursos de saúde para crianças nascidas prematuramente.

12.Racionamento de recursos nos cuidados paliativos para pessoas em estado terminal.

13.Racionamento de recursos para novos medicamentos e ou nova tecnologia médica considerada “cara”.

14.O governo americano passará a determinar o médico de família, retirando ao cidadão o direito de escolher o seu médico de família.

15.O governo determinará qual o hospital a que o cidadão tem acesso, salvo em caso de urgência médica.

16.Assistência social gratuita para imigrantes ilegais, com o aumento de impostos dos cidadãos americanos da classe média.

17.Eliminação das regras que evitem as fraudes eleitorais, como a que requer a identificação do eleitor.

18.Controlo político da Internet.

19.Imposição de “leis de ódio” que levarão para a prisão pastores protestantes e padres católicos pelo crime de citarem a Bíblia.

20.Criação de quotas obrigatórias para os homossexuais em todas as empresas privadas e no Estado.

21.Apoio do Estado às organizações que se dediquem ao apoio do aborto, apoio esse à custa dos impostos de todos os cidadãos.

22.Alargamento dos prazos de aborto, incluindo o chamado “partial abortion” até aos 9 meses de gravidez.

23.Remoção de todas as restrições ainda existentes ao aborto livre, e negação de apoio médico às crianças que sobrevivam a um aborto.

24.Anulação da legislação sobre “consentimento parental” e “consentimento informado”.

25.Nomeação de juízes segundo critérios políticos, o que significa a manipulação da justiça pelo poder político.

26.Transferência de soberania americana para a ONU através de diversos tratados.

27.Aumento da despesas do Estado em 1 trilião de Dólares por ano (13 mil Dólares que cada família americana pagará mais por ano do que paga agora com o bandido Bush).

26/10/2008

As obras de betão e os 10% de desemprego



A III República acabou com os cursos técnicos, isto é, com os “sargentos da economia”. Hoje temos um “exército económico” composto por oficiais e soldados-rasos. Os cursos socretinos das “novas tecnologias”, quanto muito, promovem os “soldados-rasos” a “cabos”, mas continuamos a não ter os “sargentos” que tínhamos no tempo da outra senhora. Pior ainda: os “oficiais” que temos são de formação duvidosa, educados em “academias” avulsas que fecham após alguns anos de actividade, e com controlo e disciplina laxistas.

Deparo-me com uma notícia preocupante: o filão da construção civil em Espanha, que aliviava os números socretinos do desemprego oficial, acabou. Estamos a falar em 100 mil novos desempregados que retornam a Portugal para engrossar as estatísticas de desemprego. Quando Sócrates defende investimento em barda em betão, não vai tornar o país mais rico: está já (e só) a pensar próximas eleições e numa provável derrota anunciada. A obsessão de Sócrates é o desemprego, e tudo fará para camuflar os números quanto puder, nem que tenha que mentir ao país e fazer investimentos inúteis à custa do erário publico e endividando ainda mais o País, para que os números do desemprego não subam ainda mais nas estatísticas.

Com os trabalhadores da construção civil que retornam de Espanha, o desemprego em Portugal ultrapassará os 10% ― aquilo que eu tinha previsto que acontecesse mais cedo, e só não aconteceu por causa da emigração em massa. No meio desta hecatombe social nunca vista em Portugal nos últimos 30 anos, os socialistas ― e a esquerda em geral ― continuam a dizer que é preciso mais imigração.

Os nossos políticos recusam-se a dizer a verdade aos portugueses: nós estamos (principalmente desde há 10 anos a esta parte) a importar desemprego do estrangeiro. O desemprego também se importa na medida em que exige que exportemos os nossos desempregados e importemos os desempregados dos outros países (imigração), transformando Portugal num “albergue espanhol” ― a economia muda-se para o estrangeiro quando fechamos em série as nossas empresas.

Se uma sociedade de pleno emprego é impossível numa economia de mercado, quando o desemprego ultrapassa a casa dos 10% toca um sinal de alarme: 10% da população activa no desemprego começa a ser um descalabro económico e um falhanço total das políticas seguidas por José Sócrates. Daí a necessidade de investimentos estéreis em betão, para disfarçar a hecatombe social e garantir assim a reeleição da esquerda, para continuarmos todos a ter mais do mesmo quando as obras de betão acabarem, e o país acabará por ficar ainda mais pobre porque esgotou recursos financeiros que poderiam ser aplicados de forma mais produtiva para a economia.

14/10/2008

A grand mentira do lobby gay




http://www.citizenlink.org/videofeatures/A000008432.cfm

A agenda gay nos Estados Unidos caracteriza-se pela lobotomia cultural das crianças no sentido de angariação cultural de novos prosélitos para a causa gay. E são eles -- os gays -- que depois nos querem convencer de que a homossexualidade é inata.

10/10/2008

Portugal está praticamente imune à crise

Já tínhamos batido tão baixo, que mais crise não é possível. Passamos a estar imunes a crises.

05/10/2008

Joe Biden é contra o "casamento" gay



Nem tudo são rosas no Partido Democrático americano. O candidato a Vice-presidente de Barack Obama, Joe Biden, declara-se contra o "casamento" gay.



(CNSNews.com) - Sen. Joe Biden (D-Del.) placed himself and his running mate, Sen. Barack Obama (D-Ill.), firmly on record in Thursday night’s vice presidential debate as opposing same-sex marriage. But Obama’s statements and actions on the issue say something else.

In response to a direct question from debate moderator Gwen Ifill--“Do you support gay marriage?”--Biden answered, “No.”


23/09/2008

Uma informação que o "Margens de Erro" nunca publicaria

Segundo David Skillicorn da Queen’s University em Kingston, Ontário, que lidera uma equipa que desenvolveu um software para medir o «verbal spin», sendo 0 o valor médio de 150 discursos analisados, o indicador da conversa da treta de 3 VIPs é :

Barack Obama 6,7
Hillary Clinton 0,15
John McCain -7,58


O Margens de Erro só se preocupa com os automóveis dos candidatos; o "verbal spin" obâmico do Sócas até fica bem -- e interessa ao tacho.

21/09/2008

O cantor gay de urinol e a saúde pública ameaçada



George Michael, o gay cantor de urinol foi apanhado pela segunda vez pela polícia de cu para o ar num urinol público. Já em 1998 tinha sido apanhado pela polícia americana de cu para o ar num urinol público em Beverly Hills, California.

Como disse o Álvaro Cunhal, em directo na TV: " Um homem assim é uma coisa muito triste..."

19/09/2008

Uma antevisão do futuro próximo em Portugal

As políticas socretinas do PS legitimam o ódio com o argumento da tolerância. Neste vídeo podemos ver um grupo de jovens católicos argentinos que protegem uma igreja católica do vandalismo e da profanação por parte de um manifestação de gays e lésbicas.

As políticas socretinas, comandadas pelo Bloco de Esquerda, pretendem fazer com que uma minoria se instale impune difundindo a violência em nome de um estilo de vida e de uma visão exclusivista e contra-natura da sexualidade. Podemos ver no vídeo a agressão, o insulto e a intolerância generalizada de uma minoria que se diz “vítima da sociedade”.

Este exemplo argentino só nos vem provar uma coisa: contra a intolerância gay, a intolerância total.



http://www.youtube.com/watch?v=FK40LwQfy7c

Via

Ou se é paneleiro, ou marialva: o maniqueísmo gayzista




Acham isto normal?


Em nome de uma bandeira multicolor, hoje não há por onde escolher: ou se é frozô ou marialva.

17/09/2008

O fim da Civilização Europeia?



A União Europeia prepara-se para aceitar a lei islâmica da Sharia, nomeadamente no que respeita ao divórcio. Note-se que no Reino Unido, a Sharia (lei islâmica) já está em vigor. Com jeitinho, ainda vamos ver a perseguição aos gays na Europa; é uma questão de tempo.

Actualização: A pedido de várias famílias, passo a citar (para quem sabe ler):

"ISLAMIC law has been officially adopted in Britain, with sharia courts given powers to rule on Muslim civil cases.

The government has quietly sanctioned the powers for sharia judges to rule on cases ranging from divorce and financial disputes to those involving domestic violence.

Rulings issued by a network of five sharia courts are enforceable with the full power of the judicial system, through the county courts or High Court."


Que eu saiba, os "julgados de paz" baseiam-se na nossa lei em vigor. Quem não percebe que um tribunal tem que uma lei por detrás, não sabe sequer o que é um tribunal.

E para quem -- por carga d'água ou pelo raio que o parta -- duvida do que aqui está, veja aqui outro.

Um problema de saúde pública



«Sept. 17 (Bloomberg) -- New cases of HIV in Australia rose by almost 50 percent in the past eight years, as gay men and immigrants infected overseas spurred the number of people with the virus to a 14-year high.

The number of new infections increased to 1,051 in 2007 from 718 in 1999, and are at the highest level since 1993, according to the National Centre in HIV Epidemiology and Clinical Research annual surveillance report today. Almost 70 percent of cases in the five years through 2007 were among gay and bisexual men.



Gay Men, Immigrants Spur Australia's HIV Cases to 14-Year High.»

12/09/2008

Esclarecimento sobre um comentário

Eu vou tentar não ser tão agressivo quanto este comentário.


    1.O comentador O Raio ainda vive no tempo do “arroz de 15” ― quando o marxismo era o estalinismo. O marxismo já não é o estalinismo, a esquerda mudou e todavia continua a ser “a esquerda”! ― isto é, mudou na forma e não na sua essência totalitária. Ora, o estalinismo nunca foi exactamente o que Karl Marx preconizou: Lenine fez uma leitura possível do marxismo, assim como existem outras interpretações como o maoísmo, o trotskismo, o marxismo cultural e até o marxismo adoptado pela esquerda católica.

    2.O combate de Engels contra a família e contra o casamento que, segundo ele, era o suporte da propriedade privada, é bastamente conhecido. Engels chegou ao ponto de considerar a família pré-histórica como a família ideal ― numa fúria ideológica de negação total de toda a História humana!. Se o Raio quiser, posso dar-lhe uma lista de livros para que O Raio comece saber um pouco daquilo que fala. O apoio da esquerda ao gayzismo insere-se nesse combate engeliano e marxista contra o casamento e contra a família natural: os marxistas não querem apoiar ou proteger os gays: querem destruir o casamento como um dos suportes da propriedade privada.

    3.Atribuir a tendência totalitária actual a George Orwell não merece mais comentários.

    4.A questão não é o de “a criança ser gozada pelos colegas”, porque se se operar uma lobotomia cultural através de uma feroz repressão “anti-bullying” e anti-natura nas escolas, as crianças "aprendem" a calar e a reprimir os seus pensamentos. O problema é a merda de educação que uma criança adoptada por uma dupla de gays pode ter, incluindo crises gravíssimas de identidade sexual na adolescência e tentativas de suicídio recorrentes.

    5.Ignorar Sócrates quando o este pretende passar uma lei que permite a adopção de crianças por duplas de avantesmas? Até que ponto vai a contradição e a irracionalidade do Sr. O Raio no apoio ao PS de Sócrates?!

07/09/2008

O que está por detrás de José Sócrates e do “casamento” gay



Em Outubro de 2004, um grupo de 11 manifestantes juntaram-se em frente do local onde acontecia um evento gay constante do roteiro da agenda política do Gay Pride (orgulho gay), protestando pacificamente contra a organização do “Philly Pride Presents”, um evento de “orgulho cultural gay”. Esses 11 cidadãos que se manifestavam pacificamente foram presos, acusados e julgados por “crime de ódio”, e condenados a 47 anos de prisão efectiva cada um deles, não remissível nem passível de redução ― 47 anos é que resta de uma vida inteira na prisão para a maioria dos 11 cidadãos condenados por delito de opinião ― pelo “crime” de se manifestarem pacificamente e de colocarem em prática, sem atitudes de violência física, o seu direito de opinião, de manifestação e à indignação. Nenhum meio de comunicação social americano ou/e português ― nem jornais, nem televisões ― relataram esta repressão hedionda e brutal da liberdade de expressão.


Quando um travesti brasileiro viciado em heroína e que habitava ilegalmente um edifício em construção da cidade do Porto, e que assediava sexualmente alguns jovens órfãos acolhidos pela instituição de solidariedade social “Oficinas de S. José”, foi morto por afogamento porque os referidos adolescentes o lançaram para um fosso (com água das chuvas) que existia na área do dito edifício em construção, os me®dia portugueses não falaram noutro assunto durante mais de um ano, até que os jovens com idades entre os 14 e os 18 anos tivessem um “castigo exemplar”.






Naturalmente que o(a) leitor(a) me dirá que a condenação por delito de opinião que relatei acima se passou lá longe, num pais da América do Norte, e que “nós por cá tudo bem”. Desenganem-se. Já nos estão a tramar por cá; já nos estão a retirar direitos básicos ― como o direito a sermos previamente informados acerca das alterações nos curricula na educação dos nossos filhos, e que esses curricula devem passar pelo crivo de uma comissão de ética independente e imparcial. A actual “reestruturação” do sistema educativo e a criação da Educação Para a Cidadania, no qual os pais deverão supostamente participar, tem como objectivo criar uma clique de “pais militantes” ideologicamente mobilizados e alinhados com a política socretina e da esquerda caviar, que diligentemente zelarão pelo cumprimento do programa de lobotomia cultural das nossas crianças . Nas nossas escolas, vamos voltar a ver “os paizinhos da confiança do regime”, como acontecia no tempo de Salazar.



Um dia destes, num futuro não muito longínquo, a recusa mais intempestiva de um cidadão português ao assédio sexual por parte de um gay poderá ser considerado como “crime de ódio” com direito a pena de prisão e com o silêncio cúmplice dos me®dia ― e isto por uma simples dedução: se a simples discordância pública em relação à cultura gay já resulta hoje em 47 anos de prisão nos Estados Unidos, não nos custa nada crer que um dia destes dia vai ser legalmente “obrigatório” ceder ao assédio sexual de um gay.


O problema de fundo é este: numa democracia, ninguém pode ser detido por simples delito de opinião, e ainda por cima com a aplicação de uma pena de prisão brutal: 47 anos de prisão por discordar da cultura e comportamento gay. O leitor terá forçosamente que concordar comigo: em nome de uma política de auto-vitimização dos gays, assistimos hoje já, em alguns países, a uma repressão brutal ― digna do nazismo ― sobre o direito à livre opinião dos cidadãos.


O que se está a passar é que determinadas forças presentes na nossa sociedade se estão a aproveitar da democracia para que uma minoria da sociedade tenha os direitos de privilégio e de primeira classe, isto é, estão a retirar direitos à maioria da população para dar direitos acrescidos e especiais a uma pequeníssima minoria. Aos gays, é permitido ― recomendado e propagandeado pelos me®dia ― que se manifestem pelo direito ao “casamento” e à adopção de crianças; porém, à maioria da população, não é permitido ― nem os me®dia dariam a cobertura informativa imparcial ― que se manifestem não só contra a cultura gay como contra a adopção de crianças por duplas de avantesmas, e tudo isto em nome de uma “heresia revolucionária” de herança marxista cultural que manda prender gente por delito de opinião.


A verdade é que se a homossexualidade, como instrumento político do “heretismo revolucionário” marxista cultural, é protegido e apoiado pelo poder político, os homossexuais como seres humanos não são protegidos ― são um “asset” político, uma pedra menor no xadrez da engenheira sócio-cultural de um poder que desenha uma nova forma de totalitarismo.


Se o poder político radical se preocupasse verdadeiramente com os cidadãos homossexuais, diria a verdade estatística sobre as consequências na saúde dos cidadãos que adoptam o estilo de vida e a cultura gay, como por exemplo, o facto de nos Estados Unidos 70% dos infectados com a SIDA serem homossexuais masculinos activos, ou a verdade indesmentível de que a homossexualidade aculturada encontra as suas causas na disfuncionalidade da família e/ou nos abusos sexuais em criança.


Em vez da tolerância, o lobby político gay apoiado pela esquerda radical, exige (usando a força das leis que deveriam proteger a maioria) a permissividade, a concordância total e a cumplicidade cultural com estilo de vida gay em nome de um “heretismo revolucionário”, isto é, de uma agenda política. Se continuarem por este caminho, o que o movimento político gay vai receber de todos nós, é não só a intolerância com que a essa minoria gay ― que controla o Poder político ― trata a maioria da sociedade, mas uma intolerância acrescida e exponenciada, porque só se pode tratar a repressão brutal da liberdade de expressão com o máximo de violência possível em relação às forças repressoras.






Pergunto eu: se o leitor e a sua esposa (ou a leitora e o seu esposo), durante uma viagem de avião, soubessem que o avião em que ambos viajavam tinha uma avaria mecânica e que poderiam ser mortos num acidente de aviação, e tivessem ambos filhos pequeninos para criar, admitiriam a hipótese dos vossos filhos serem adoptados por uma dupla de homossexuais masculinos?


Da sua resposta a esta pergunta depende o apoio (ou não) à politica socretina de legalização do “casamento” gay, porque o que o Sócrates e o Bloco de Esquerda pretendem é a adopção futura de crianças por duplas de gays.


Não relativize a questão colocando o problema nos outros; o “problema dos outros” pode ser seu um dia. Sinta-o na sua pele: você não se importaria, em caso de sua morte e do seu cônjuge, que os seus filhos de tenra idade fossem entregues a uma dupla de avantesmas ? Não?!!!! Então vote em Sócrates em 2009!

06/09/2008

A liar is a liar



A liar lies to nations.
A liar lies to the people.
A liar takes the blood of the people
And drinks this blood with a laugh and a lie,
A laugh in his neck,
A lie in his mouth.
And this liar is an old one; we know him many years.
He is straight as a dog’s hind leg.
He is straight as a corkscrew.
He is white as a black cat’s foot at midnight.


(respigado aqui.)

A treta do CO2

"No existe ninguna evidencia de que el CO2 aumente la temperatura del planeta"

El profesor de ingeniería química de la Universidad de Auckland (Nueva Zelanda) Geoffrey G. Duffy desmonta uno por uno los principales mitos sobre la responsabilidad del hombre en el calentamiento global. “No existe ninguna evidencia física de que el CO2 aumente la temperatura del planeta”. El vapor de agua “causa el 95% del efecto invernadero”, y el Sol es el “principal responsable” de las oscilaciones de temperatura que se han producido en la Tierra a lo largo de la historia. Tan sólo el 0,008% del CO2 presente en la atmósfera es generado por la actividad humana.

05/09/2008

A "náusia" do Aborto Ortogáfico

Hoje, antes de sair de casa, liguei a TV no canal 1 da RTP e estava a dar um programa que, salvo erro, se chama "português correcto". A pergunta era: escreve-se "náusea" ou "náusia"?

Segundo o Aborto Ortogáfico de 1990, deve-se escrever como se fala. Portanto, deveria escrever-se "náusia"; mas não. É nauseabundo que as excepções sejam tantas que já ninguém se entende em bom português.

03/09/2008

A crise da menopausa

O esquerdalho "atira-se" a Sarah Palin por causa da filha que está grávida. O esquerdalho "esquece-se" que o seu querido Obama nasceu de pai e mãe que não eram casados. O esquerdalho "esquece-se" de mencionar que Bristol Palin prepara já o seu casamento e que preferiu ter a criança a abortá-la.

Sou contra o aborto, mas se a mãe da Ana Gomes tivesse abortado ficaríamos todos a ganhar.




Barack Hussein Obama:

"se a minha filha engravidasse, não a puniria com um bébé".


31/08/2008

O conatus do Sr. Pinto de Sousa é o de criar criminosos para eventualmente justificar a repressão política

Portugal tem uma lei de porte-de-armas muito restritiva e proibicionista que foi criada por este governo, ao mesmo tempo que se estima que existam cerca de um milhão e meio de armas ilegais num País com 9 milhões de habitantes ― o que significa (em termos estatísticos) que em cada 9 portugueses, pelo menos 1 possui uma arma ilegal. Qual é a lógica da oligarquia instalada, e particularmente a deste governo liderado por José Sócrates ?

A conação do Sr. Pinto de Sousa é a de restringir o porte-de-armas legal a cidadãos sem mácula criminal, incentivando assim a acção menos inibida dos criminosos que conseguem as armas no mercado negro. Simultaneamente, o conatus do Sr. Sousa é o de obrigar os cidadãos com ficha limpa na polícia a transgredir a lei e a comprarem armas de defesa pessoal no mercado negro ― perante a onda de criminalidade que se acentua ― , transformando assim, de uma forma automática, os cidadãos isentos e exemplares, em cadastrados potenciais. O Sr. Sousa está a trabalhar activamente para uma espécie de estado-de-sítio onde se possa afirmar como um mini-ditador ― não há outra explicação para a conação do Sr. Pinto de Sousa porque excluímos a estupidez que é, por definição, inconsciente.

O conatus do sibarita Sousa resulta na fornicação moral do cidadão que pretende cumprir a lei, e legitima o comportamento amoral dos cidadãos com cadastro criminal que detêm armas ilegais. E depois, os conanas socialistas criticam a Sarah Palin pela defesa legal de uso e porte-de-armas por parte dos cidadãos com ficha limpa na polícia.

28/08/2008

O Direito Natural darwinista

Recentemente um partido político veio anunciar a necessidade de medidas draconianas para reprimir a onda de assaltos no país, incluindo a liberdade total para a polícia matar, e o governo aprovou o reforço de poderes da figura do “secretário das polícias”. Não vou aqui abordar os aspectos sociológicos e económicos do fenómeno do aumento da criminalidade violenta ― deixo isso para os economistas e sociólogos; prefiro pensar na Política, no Direito, e portanto, na Ética.

O que esse partido (MMS, salvo erro, é a sua sigla) e o governo vieram propor é o primado de um novo Direito Natural, baseado numa visão darwinista da Natureza, sobre o Direito Positivo. Digo “novo” Direito Natural, porque o “velho” era baseado num Direito Natural às ordens de Deus, e foi contra esse Direito Natural divino que Rousseau escreveu o “Contrato Social”, defendendo o Direito Positivo com unhas e dentes. Com o advento do Modernismo, o Direito Positivo afirmou-se em equilíbrio com os congéneres naturalistas, não obstante as crises existenciais do nazismo e do estalinismo, e o Pós-Modernismo globalizado pretende impor agora a superioridade ética de um novo conceito de Direito Natural baseado na teoria evolucionista da selecção das espécies.

Vamos partir de algumas premissas muito simples e que todos entendem.



    1) O Direito funda-se sobre a Justiça, sendo que o conceito de “justiça” tem variado de acordo com a evolução, ascensão e decadência das civilizações, isto é, a Justiça nem sempre é e/ou foi racionalmente justa.

    2) Os conceitos de Direito Natural e de Direito Positivo já vêm de Aristóteles (“Direito Público”, Ética Nicomaqueia) ― não são conceitos da Igreja Católica ou da Revolução Francesa. Aristóteles definiu o Direito Positivo (ou Direito Legítimo) como sendo aquele instituído pelo Estado através das leis, e o Direito Natural como sendo aquele que conserva o seu valor independentemente da sanção das leis instituídas pelo Estado.
    O que aconteceu foi que durante a Idade Média e mesmo na Idade Moderna, o Direito Natural divino prevaleceu sobre o Direito Positivo, isto é, este último baseava-se no primeiro e subordinava-se àquele. Com o Modernismo, passou a existir um equilíbrio entre os dois “Direitos” com a aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, que se distingue do Direito porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

    2.1 - Com o Pós-Modernismo, o que acontece é a tentativa política de inversão de valores no Direito: esse equilíbrio existente no Modernismo rompe-se a favor da tentativa de predomínio absolutista de um novo Direito Natural sobre o Direito Positivo ― desta feita já não baseado num naturalismo divino da Idade Média, mas num naturalismo darwinista (no caso do Libertarismo de Direita) ― por exemplo: a aplicação da lei do mais forte, segundo o conceito da selecção das espécies, a verdadeira lei é a realidade da Natureza: a desigualdade;

    2.2 - ou através da tentativa de um predomínio absolutista do Direito Positivo sobre qualquer tipo de Direito Natural ― através da utopia que constrói o futuro virtuoso em função de uma visão desconstruída de um passado sem virtudes (Libertarismo de Esquerda) ― por exemplo, a sobreposição absoluta da lei positiva sobre a lei natural no que diz respeito à construção da família e à educação da prole; ou através da instituição da “multidão dos fracos” que impõe a lei, tornando-se essa “multidão dos fracos” ― mesmo que em minoria consubstanciada numa elite ou casta ―, nos novos “fortes”, e não se fazendo, por isso, apelo ao Direito senão como um instrumento de Poder;

    2.3 - ou através de uma mescla sincrética e incoerente das duas tendências (“Terceira Via”, ou “Socretinismo”) ― valida-se a predominância absoluta do naturalismo darwinista em algumas áreas estanques da ética da justiça, e noutras áreas assume-se a lei positiva sem recurso possível a qualquer lei natural.

Em todos estes casos, a “Equidade” de Aristóteles perde o valor que teve na sociedade dos nossos pais e avós, e assistimos assim a uma clara tendência para um retrocesso civilizacional.

Se os factos naturais não justificam o Direito porque a sua função é rectificar algo que (suposta e racionalmente) está errado na Natureza, a verdade é que os factos naturais nos impõem o Direito, nomeadamente quando as leis da natureza nos inibem de actos que levem à destruição da vida. O Direito, tal como o ser humano a quem deve servir, é dualista: o Direito Natural tradicional é a parte “instintiva” do Direito, e o Direito Positivo é a sua parte “racional”. Alienar ou desprezar qualquer uma destas partes em favor da outra é transformar o Direito em algo inumano, e portanto, injusto.