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15/11/2008

Querem convencer-nos de que somos macacos

«There is a war being waged against unique human worth on many fronts, from personhood theory and the animal liberation movement to radical environmentalism and philosophical materialism. Very powerful forces have dedicated themselves to convincing us that we really aren't all that important. Smith explains these attacks and shows why human exceptionalism must be defended for the sake of human rights everywhere.»


Why does it matter if humans are not just the "third chimpanzee"?

01/11/2008

A Rússia não brinca em serviço

Já repararam que na Rússia não há reivindicações de "casamento" gay? Se o "lobby gay" se mexe, é corrido à paulada pela polícia.

Yuri Bezmenov é um ex-agente da KGB, a polícia secreta russa. Neste vídeo explica tudo o que está a acontecer na Europa e nos Estados Unidos, com a perda dos valores morais e éticos que herdamos dos nossos pais e avós.

A loucura do Politicamente Correcto

«Es fácil que la corrección política se deslice con naturalidad hacia los extremos. Imagine un pueblo cualquiera en el que, al llegar diciembre, el Ayuntamiento anuncia que en las calles no habrá iluminación especial por Navidad, ni decoración por austera que sea, ni árbol que valga en la plaza. Que públicamente no se celebra. Y que el motivo no tiene nada que ver con la crisis, sino con la multiculturalidad. El objetivo es evitar que los vecinos que no sean cristianos se sientan ofendidos. Ya ha ocurrido. En Luton, Inglaterra, en 2006.


"Hay preocupación constante por no herir", asegura un asesor político

"Aumenta el cansancio del ciudadano", dice un sociólogo

El debate público se ha llenado de denuncias de agresión a colectivos

La publicidad es, cada vez más, el objetivo


El ejemplo lo pone Edward Stourton, periodista y presentador del programa Today de BBC Radio 4, e ilustra una expresión que escucha a menudo desde hace tiempo: "¡La corrección política se ha vuelto loca!". Esa frase es también el motivo que le impulsó a escribir el libro It's a PC World (Un mundo políticamente correcto), que se publica esta semana en Reino Unido. "Aquí", explica por teléfono desde Londres, "mucha gente piensa que la corrección ha ido demasiado lejos, llegando a situaciones estúpidas".

El debate público en España se ha llenado de acusaciones de homofobia, racismo, xenofobia, sexismo, maltrato animal, desprecio por la discapacidad o por la religión. Y muchos se preguntan, sin por ello apoyar ninguna de esas actitudes, si se ha vaciado de sentido común. "Aumenta el recurso a la denuncia y aumenta, también, el cansancio del ciudadano, cada vez más harto del exceso de corrección política, en una escalada que roza el absurdo", analiza el sociólogo Enrique Gil Calvo.

(...)

Ahí está Berlusconi criticando a Zapatero por formar el último Gobierno con ocho ministras y la vicepresidenta. Lo calificó de "demasiado rosa": "Nosotros no podemos hacerlo porque en Italia hay una prevalencia de hombres en política y no es fácil encontrar mujeres protagonistas preparadas para la actividad de Gobierno", soltó en abril Il Cavaliere. Ahí está Hugo Chávez un día sí y otro cargando contra Estados Unidos. El mes pasado, cuando expulsó al embajador de ese país para apoyar a Evo Morales, dijo: "Ya basta de tanta mierda de ustedes, yanquis de mierda". De vuelta a España, está Miguel Arias Cañete, secretario ejecutivo de Economía y Empleo del PP, con su nostalgia de los "camareros de antes": "La mano de obra inmigrante no es tan cualificada. Aquellos camareros maravillosos que teníamos, que le pedíamos un cortado, un nosequé, mi tostada con crema, la mía con manteca colorada, cerdo, y a mí uno de boquerones en vinagre y venían y te lo traían rápidamente y con una enorme eficacia", dijo en febrero.»



Texto publicado no El País -- ler o resto.

19/09/2008

Uma antevisão do futuro próximo em Portugal

As políticas socretinas do PS legitimam o ódio com o argumento da tolerância. Neste vídeo podemos ver um grupo de jovens católicos argentinos que protegem uma igreja católica do vandalismo e da profanação por parte de um manifestação de gays e lésbicas.

As políticas socretinas, comandadas pelo Bloco de Esquerda, pretendem fazer com que uma minoria se instale impune difundindo a violência em nome de um estilo de vida e de uma visão exclusivista e contra-natura da sexualidade. Podemos ver no vídeo a agressão, o insulto e a intolerância generalizada de uma minoria que se diz “vítima da sociedade”.

Este exemplo argentino só nos vem provar uma coisa: contra a intolerância gay, a intolerância total.



http://www.youtube.com/watch?v=FK40LwQfy7c

Via

Ou se é paneleiro, ou marialva: o maniqueísmo gayzista




Acham isto normal?


Em nome de uma bandeira multicolor, hoje não há por onde escolher: ou se é frozô ou marialva.

17/09/2008

O fim da Civilização Europeia?



A União Europeia prepara-se para aceitar a lei islâmica da Sharia, nomeadamente no que respeita ao divórcio. Note-se que no Reino Unido, a Sharia (lei islâmica) já está em vigor. Com jeitinho, ainda vamos ver a perseguição aos gays na Europa; é uma questão de tempo.

Actualização: A pedido de várias famílias, passo a citar (para quem sabe ler):

"ISLAMIC law has been officially adopted in Britain, with sharia courts given powers to rule on Muslim civil cases.

The government has quietly sanctioned the powers for sharia judges to rule on cases ranging from divorce and financial disputes to those involving domestic violence.

Rulings issued by a network of five sharia courts are enforceable with the full power of the judicial system, through the county courts or High Court."


Que eu saiba, os "julgados de paz" baseiam-se na nossa lei em vigor. Quem não percebe que um tribunal tem que uma lei por detrás, não sabe sequer o que é um tribunal.

E para quem -- por carga d'água ou pelo raio que o parta -- duvida do que aqui está, veja aqui outro.

12/09/2008

Esclarecimento sobre um comentário

Eu vou tentar não ser tão agressivo quanto este comentário.


    1.O comentador O Raio ainda vive no tempo do “arroz de 15” ― quando o marxismo era o estalinismo. O marxismo já não é o estalinismo, a esquerda mudou e todavia continua a ser “a esquerda”! ― isto é, mudou na forma e não na sua essência totalitária. Ora, o estalinismo nunca foi exactamente o que Karl Marx preconizou: Lenine fez uma leitura possível do marxismo, assim como existem outras interpretações como o maoísmo, o trotskismo, o marxismo cultural e até o marxismo adoptado pela esquerda católica.

    2.O combate de Engels contra a família e contra o casamento que, segundo ele, era o suporte da propriedade privada, é bastamente conhecido. Engels chegou ao ponto de considerar a família pré-histórica como a família ideal ― numa fúria ideológica de negação total de toda a História humana!. Se o Raio quiser, posso dar-lhe uma lista de livros para que O Raio comece saber um pouco daquilo que fala. O apoio da esquerda ao gayzismo insere-se nesse combate engeliano e marxista contra o casamento e contra a família natural: os marxistas não querem apoiar ou proteger os gays: querem destruir o casamento como um dos suportes da propriedade privada.

    3.Atribuir a tendência totalitária actual a George Orwell não merece mais comentários.

    4.A questão não é o de “a criança ser gozada pelos colegas”, porque se se operar uma lobotomia cultural através de uma feroz repressão “anti-bullying” e anti-natura nas escolas, as crianças "aprendem" a calar e a reprimir os seus pensamentos. O problema é a merda de educação que uma criança adoptada por uma dupla de gays pode ter, incluindo crises gravíssimas de identidade sexual na adolescência e tentativas de suicídio recorrentes.

    5.Ignorar Sócrates quando o este pretende passar uma lei que permite a adopção de crianças por duplas de avantesmas? Até que ponto vai a contradição e a irracionalidade do Sr. O Raio no apoio ao PS de Sócrates?!

07/09/2008

O que está por detrás de José Sócrates e do “casamento” gay



Em Outubro de 2004, um grupo de 11 manifestantes juntaram-se em frente do local onde acontecia um evento gay constante do roteiro da agenda política do Gay Pride (orgulho gay), protestando pacificamente contra a organização do “Philly Pride Presents”, um evento de “orgulho cultural gay”. Esses 11 cidadãos que se manifestavam pacificamente foram presos, acusados e julgados por “crime de ódio”, e condenados a 47 anos de prisão efectiva cada um deles, não remissível nem passível de redução ― 47 anos é que resta de uma vida inteira na prisão para a maioria dos 11 cidadãos condenados por delito de opinião ― pelo “crime” de se manifestarem pacificamente e de colocarem em prática, sem atitudes de violência física, o seu direito de opinião, de manifestação e à indignação. Nenhum meio de comunicação social americano ou/e português ― nem jornais, nem televisões ― relataram esta repressão hedionda e brutal da liberdade de expressão.


Quando um travesti brasileiro viciado em heroína e que habitava ilegalmente um edifício em construção da cidade do Porto, e que assediava sexualmente alguns jovens órfãos acolhidos pela instituição de solidariedade social “Oficinas de S. José”, foi morto por afogamento porque os referidos adolescentes o lançaram para um fosso (com água das chuvas) que existia na área do dito edifício em construção, os me®dia portugueses não falaram noutro assunto durante mais de um ano, até que os jovens com idades entre os 14 e os 18 anos tivessem um “castigo exemplar”.






Naturalmente que o(a) leitor(a) me dirá que a condenação por delito de opinião que relatei acima se passou lá longe, num pais da América do Norte, e que “nós por cá tudo bem”. Desenganem-se. Já nos estão a tramar por cá; já nos estão a retirar direitos básicos ― como o direito a sermos previamente informados acerca das alterações nos curricula na educação dos nossos filhos, e que esses curricula devem passar pelo crivo de uma comissão de ética independente e imparcial. A actual “reestruturação” do sistema educativo e a criação da Educação Para a Cidadania, no qual os pais deverão supostamente participar, tem como objectivo criar uma clique de “pais militantes” ideologicamente mobilizados e alinhados com a política socretina e da esquerda caviar, que diligentemente zelarão pelo cumprimento do programa de lobotomia cultural das nossas crianças . Nas nossas escolas, vamos voltar a ver “os paizinhos da confiança do regime”, como acontecia no tempo de Salazar.



Um dia destes, num futuro não muito longínquo, a recusa mais intempestiva de um cidadão português ao assédio sexual por parte de um gay poderá ser considerado como “crime de ódio” com direito a pena de prisão e com o silêncio cúmplice dos me®dia ― e isto por uma simples dedução: se a simples discordância pública em relação à cultura gay já resulta hoje em 47 anos de prisão nos Estados Unidos, não nos custa nada crer que um dia destes dia vai ser legalmente “obrigatório” ceder ao assédio sexual de um gay.


O problema de fundo é este: numa democracia, ninguém pode ser detido por simples delito de opinião, e ainda por cima com a aplicação de uma pena de prisão brutal: 47 anos de prisão por discordar da cultura e comportamento gay. O leitor terá forçosamente que concordar comigo: em nome de uma política de auto-vitimização dos gays, assistimos hoje já, em alguns países, a uma repressão brutal ― digna do nazismo ― sobre o direito à livre opinião dos cidadãos.


O que se está a passar é que determinadas forças presentes na nossa sociedade se estão a aproveitar da democracia para que uma minoria da sociedade tenha os direitos de privilégio e de primeira classe, isto é, estão a retirar direitos à maioria da população para dar direitos acrescidos e especiais a uma pequeníssima minoria. Aos gays, é permitido ― recomendado e propagandeado pelos me®dia ― que se manifestem pelo direito ao “casamento” e à adopção de crianças; porém, à maioria da população, não é permitido ― nem os me®dia dariam a cobertura informativa imparcial ― que se manifestem não só contra a cultura gay como contra a adopção de crianças por duplas de avantesmas, e tudo isto em nome de uma “heresia revolucionária” de herança marxista cultural que manda prender gente por delito de opinião.


A verdade é que se a homossexualidade, como instrumento político do “heretismo revolucionário” marxista cultural, é protegido e apoiado pelo poder político, os homossexuais como seres humanos não são protegidos ― são um “asset” político, uma pedra menor no xadrez da engenheira sócio-cultural de um poder que desenha uma nova forma de totalitarismo.


Se o poder político radical se preocupasse verdadeiramente com os cidadãos homossexuais, diria a verdade estatística sobre as consequências na saúde dos cidadãos que adoptam o estilo de vida e a cultura gay, como por exemplo, o facto de nos Estados Unidos 70% dos infectados com a SIDA serem homossexuais masculinos activos, ou a verdade indesmentível de que a homossexualidade aculturada encontra as suas causas na disfuncionalidade da família e/ou nos abusos sexuais em criança.


Em vez da tolerância, o lobby político gay apoiado pela esquerda radical, exige (usando a força das leis que deveriam proteger a maioria) a permissividade, a concordância total e a cumplicidade cultural com estilo de vida gay em nome de um “heretismo revolucionário”, isto é, de uma agenda política. Se continuarem por este caminho, o que o movimento político gay vai receber de todos nós, é não só a intolerância com que a essa minoria gay ― que controla o Poder político ― trata a maioria da sociedade, mas uma intolerância acrescida e exponenciada, porque só se pode tratar a repressão brutal da liberdade de expressão com o máximo de violência possível em relação às forças repressoras.






Pergunto eu: se o leitor e a sua esposa (ou a leitora e o seu esposo), durante uma viagem de avião, soubessem que o avião em que ambos viajavam tinha uma avaria mecânica e que poderiam ser mortos num acidente de aviação, e tivessem ambos filhos pequeninos para criar, admitiriam a hipótese dos vossos filhos serem adoptados por uma dupla de homossexuais masculinos?


Da sua resposta a esta pergunta depende o apoio (ou não) à politica socretina de legalização do “casamento” gay, porque o que o Sócrates e o Bloco de Esquerda pretendem é a adopção futura de crianças por duplas de gays.


Não relativize a questão colocando o problema nos outros; o “problema dos outros” pode ser seu um dia. Sinta-o na sua pele: você não se importaria, em caso de sua morte e do seu cônjuge, que os seus filhos de tenra idade fossem entregues a uma dupla de avantesmas ? Não?!!!! Então vote em Sócrates em 2009!

31/08/2008

O conatus do Sr. Pinto de Sousa é o de criar criminosos para eventualmente justificar a repressão política

Portugal tem uma lei de porte-de-armas muito restritiva e proibicionista que foi criada por este governo, ao mesmo tempo que se estima que existam cerca de um milhão e meio de armas ilegais num País com 9 milhões de habitantes ― o que significa (em termos estatísticos) que em cada 9 portugueses, pelo menos 1 possui uma arma ilegal. Qual é a lógica da oligarquia instalada, e particularmente a deste governo liderado por José Sócrates ?

A conação do Sr. Pinto de Sousa é a de restringir o porte-de-armas legal a cidadãos sem mácula criminal, incentivando assim a acção menos inibida dos criminosos que conseguem as armas no mercado negro. Simultaneamente, o conatus do Sr. Sousa é o de obrigar os cidadãos com ficha limpa na polícia a transgredir a lei e a comprarem armas de defesa pessoal no mercado negro ― perante a onda de criminalidade que se acentua ― , transformando assim, de uma forma automática, os cidadãos isentos e exemplares, em cadastrados potenciais. O Sr. Sousa está a trabalhar activamente para uma espécie de estado-de-sítio onde se possa afirmar como um mini-ditador ― não há outra explicação para a conação do Sr. Pinto de Sousa porque excluímos a estupidez que é, por definição, inconsciente.

O conatus do sibarita Sousa resulta na fornicação moral do cidadão que pretende cumprir a lei, e legitima o comportamento amoral dos cidadãos com cadastro criminal que detêm armas ilegais. E depois, os conanas socialistas criticam a Sarah Palin pela defesa legal de uso e porte-de-armas por parte dos cidadãos com ficha limpa na polícia.